Não devemos nunca nos esquecer que foi em nome da liberdade de pensamento e ação política, que se lutou e se derrotou a possíbilidade de submeter um povo a tirania de um homem só ou qualquer outro que se achasse acima da lei.
(Da série: Salaminhos e Persianas - CCF)
O PORTAL POÉTICO CCF é o meu "Recanto das Letras", o "My Space" Literario, o meu "Facebook" autoral. Aqui um "Overmundo" de textos "Para ler e Pensar", está a sua disposição. (M)ande-me (S)ua (N)ota, seu comentário. Sua Opinião sempre foi importante para mim. QUANDO ELA NÃO INFLOU O MEU EGO, CORRIGIU O MEU RUMO. Estou no aguardo da sua opinião em 2017, ok? Um abraço! Na foto, eu numa Celfie(Com "C" mesmo) ao lado do busto de Mario de Andrade. CCF
quinta-feira, abril 26, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
DA SÉRIE: OBERVAÇÕES URBANAS
Ela pode ser feita com lápis
como pode ser também com esferográficas
o gesto singelo de registrar
as formas sografadas
revela os que preferem exercitar
suas mentes emblemáticas
com as inofensivas "PALAVRAS CRUZADAS"
como pode ser também com esferográficas
o gesto singelo de registrar
as formas sografadas
revela os que preferem exercitar
suas mentes emblemáticas
com as inofensivas "PALAVRAS CRUZADAS"
domingo, abril 08, 2007
ARCO-ÍRIS
São 17 horas, fim de tarde do dia 08/04/07. Numa moldura de aço, que é a parte frontal da estrutura do Terminal, um enorme arco-íris, ocupa uma faixa do céu, que eu vejo todos os dias do balcão da minha loja. Que espetáculo!Lamentei não Ter uma dessas digitais para eternizar o momento. Olhando o arco-íris, as palavras, foram se juntando e formaram o texto abaixo. Espero que gostem!
Eu vejo um arco-íris
Sobre as minhas evidências
Eu vejo um colorido
Disfarçando as aparências
Eu vejo a multidão
Cada um com a sua vela
Então eu me pergunto
No meio dessa novela
Mas quem é que olha prá mim,
mas quem é que ora por mim?
Eu ouço uma canção
Testando a minha consciência
Eu leio uma revista
Que me fere a paciência
Eu sinto os distantes
Me impondo a sua ausência
E isto é que me deixa assim
pensando estar perto do fim
Querendo alguém que olhe prá mim,
querendo alguém que ore por mim!
Eu quero este arco-íris
Colorindo as janelas
Eu quero uma canção
Iluminando as passarelas
Eu quero numa prece
Dar a mão a outras pessoas
Viver a minha vida
Só pensando em coisas boas
Por que você não olha prá mim,
Por que você não ora por mim?
FIM
Eu vejo um arco-íris
Sobre as minhas evidências
Eu vejo um colorido
Disfarçando as aparências
Eu vejo a multidão
Cada um com a sua vela
Então eu me pergunto
No meio dessa novela
Mas quem é que olha prá mim,
mas quem é que ora por mim?
Eu ouço uma canção
Testando a minha consciência
Eu leio uma revista
Que me fere a paciência
Eu sinto os distantes
Me impondo a sua ausência
E isto é que me deixa assim
pensando estar perto do fim
Querendo alguém que olhe prá mim,
querendo alguém que ore por mim!
Eu quero este arco-íris
Colorindo as janelas
Eu quero uma canção
Iluminando as passarelas
Eu quero numa prece
Dar a mão a outras pessoas
Viver a minha vida
Só pensando em coisas boas
Por que você não olha prá mim,
Por que você não ora por mim?
FIM
sábado, abril 07, 2007
TARTARUGAS NINJAS e POLÍTICOS TARTARUGAS
Ontem; 06/04/07, deveriamos estar comemorando o 1º ano do sucesso da CPI dos CORREIOS, infelizmente não há oque comemorar, só lamentar a impunidade estabelecida
Para não passar a data em branco, me veio os versos a seguir:
As tartarugas são répteis
acabei de descobrir essa verdade
eu achava que elas eram Ninjas
e moravam nos esgotos da minha cidade
Perdi por elas o encanto
pois eu as via promovendo a justiça
agora eu as tenho tão somente
como um dos simbolos da preguiça
Pior é quem ainda acredita em politicos
achando que esses gostam de trabalhar
tal como as tartarugas os quelônios humanos
botam o ovo para a natureza chocar
O ovo está na armadilha do voto
que o eleitor faz multiplicar
a natureza é o parlamento onde o eleito
em causa própria irá legislar
É por isso que o Brasil caminha
desde Caminha em passo lento
é a sina do Brasileiro
que vem desde o descobrimento
É muito BLÁ BLÁ BLÁ na orelha
não existe um projeto de nação
sobram homens enchendo os bolsos
faltam homens iluminados pela razão
Quando a tartaruga corre para o mar
ela o faz para sobreviver
a praça é o lugar do povo
e o povo precisa isso entender
Se não qualquer dia vai amanhecer
com um placa do IBAMA
pregada nas suas costas dizendo
"SER EM EXTINÇÃO-QUEM PROTEJE AMA"
E ai virão os cabrestos
e uma bolsa de ração
que o paternalismo social
criará como sendo a solução
Acorda poeta! Poeta a corda!
não fique assim a se amargurar
relaxe e olhe como é plácido
o nado da tartaruga no mar
Mas o injuriado Poeta
no seu delírio desprovido de júbilo
não vê a tartaruga, só encherga o povo
silente, a caminho do patibulo
Para não passar a data em branco, me veio os versos a seguir:
As tartarugas são répteis
acabei de descobrir essa verdade
eu achava que elas eram Ninjas
e moravam nos esgotos da minha cidade
Perdi por elas o encanto
pois eu as via promovendo a justiça
agora eu as tenho tão somente
como um dos simbolos da preguiça
Pior é quem ainda acredita em politicos
achando que esses gostam de trabalhar
tal como as tartarugas os quelônios humanos
botam o ovo para a natureza chocar
O ovo está na armadilha do voto
que o eleitor faz multiplicar
a natureza é o parlamento onde o eleito
em causa própria irá legislar
É por isso que o Brasil caminha
desde Caminha em passo lento
é a sina do Brasileiro
que vem desde o descobrimento
É muito BLÁ BLÁ BLÁ na orelha
não existe um projeto de nação
sobram homens enchendo os bolsos
faltam homens iluminados pela razão
Quando a tartaruga corre para o mar
ela o faz para sobreviver
a praça é o lugar do povo
e o povo precisa isso entender
Se não qualquer dia vai amanhecer
com um placa do IBAMA
pregada nas suas costas dizendo
"SER EM EXTINÇÃO-QUEM PROTEJE AMA"
E ai virão os cabrestos
e uma bolsa de ração
que o paternalismo social
criará como sendo a solução
Acorda poeta! Poeta a corda!
não fique assim a se amargurar
relaxe e olhe como é plácido
o nado da tartaruga no mar
Mas o injuriado Poeta
no seu delírio desprovido de júbilo
não vê a tartaruga, só encherga o povo
silente, a caminho do patibulo
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