Prezados amigos!
Esta noite (16/11/08), eu tive um sonho! Nele eu elaborava as normas para a outorga do Diploma de mérito ao Cidadão Notável Construtor de Cidadania e Fraternidade.
Acordei e fiquei a pensar em quem; aqui em Praia Grande, eu indicaria como merecedor de tal honraria.
Escolhi três pessoas que serão as minhas indicações. Gostaria que você ao aceitar como válida esta iniciativa, indicasse as sua três pessoas.
Os meus indicados são:
- A Professora Alina Trindade Maximiano Soares.
- O senhor Tito Freire de Camrgo – O seu Tito do Camp
- A Poetisa Elza Lemke Batalha
Para ser objetivo, no dia 13/12/08 (Dia do Lapidador) faríamos a entrega do diploma aos 13 cidadãos Praiagrandenses que recebessem o maior números de indicações.
A cerimônia de entrega ocorreria em solenidade especial a ser pensada.
"Um sonho sonhado sozinho é só um sonho. Um sonho sonhado por muitos vira realidade (AD)".
Qualquer dúvida, sugestão, critica, apoio e considerações, por favor me liguem.
Telefones 3592.2713 e 9157.9815
Meu e-mail: portalpoeticoccf@hotmail.com
celso.correadefreitas@gmail.com
O PORTAL POÉTICO CCF é o meu "Recanto das Letras", o "My Space" Literario, o meu "Facebook" autoral. Aqui um "Overmundo" de textos "Para ler e Pensar", está a sua disposição. (M)ande-me (S)ua (N)ota, seu comentário. Sua Opinião sempre foi importante para mim. QUANDO ELA NÃO INFLOU O MEU EGO, CORRIGIU O MEU RUMO. Estou no aguardo da sua opinião em 2017, ok? Um abraço! Na foto, eu numa Celfie(Com "C" mesmo) ao lado do busto de Mario de Andrade. CCF
segunda-feira, novembro 17, 2008
sexta-feira, novembro 14, 2008
CAMINHOS CRUZADOS
Começo de noite, gotas esparsas denunciavam uma chuva que estava por cair naquela rua, onde eu de um lado e “ele” na calçada do outro lado, caminhávamos na mesma direção sob as luzes da cidade ainda acendendo.
Numa das esquinas, “ele” encontra alguns amigos, na mesma faixa etária. Cumprimentam-se com entusiasmo e o choque das suas mãos uma nas outras parecem trovões antecedendo os relâmpagos de uma tempestade.
A conversa é rápida...
- E ai Veio, ta no que?
(Veio! Eu não dava para “ele” mais do que vinte anos. E eu, mais de três décadas à frente. Como seria saudado por eles?
A resposta “dele” foi mais rápida ainda...
- To na busca mano!
Logo, “ele” estava em paralelo comigo, do outro lado da rua.
Agora, caminhava com o seu celular na mão, no qual um som batido, arrastado e falado enchia a rua, revelando o seu gosto musical.
Vieram a minha mente alguns conceitos da minha época de jovem...
“Quem não gosta de samba, bom sujeito não é.”
“Quem gosta de Rock, não tem coração.”
Hoje, alguns defendem a tese que aqueles que gostam desse tipo de música, não possuem cérebro.
Enquanto “ele” curtia o seu som, no meu bolso, o meu celular ficava quieto na sua.
De repente “ele” atravessou a rua vindo para o meu lado. Instintivamente eu fui para o lado onde “ele” estava.
Ficamos assim...
Apressei meus passos e finalmente cheguei a minha casa, onde minha esposa e filhos, já me aguardavam preocupados, pois já passara da hora de eu chegar.
Depois de abraçá-los e beija-los, sentei-me no sofá da sala e fiquei a pensar “nele”.
Pelo batidão do seu celular, “ele” deve ainda estar por ai, pelas ruas da nossa cidade, a procurar...
Numa das esquinas, “ele” encontra alguns amigos, na mesma faixa etária. Cumprimentam-se com entusiasmo e o choque das suas mãos uma nas outras parecem trovões antecedendo os relâmpagos de uma tempestade.
A conversa é rápida...
- E ai Veio, ta no que?
(Veio! Eu não dava para “ele” mais do que vinte anos. E eu, mais de três décadas à frente. Como seria saudado por eles?
A resposta “dele” foi mais rápida ainda...
- To na busca mano!
Logo, “ele” estava em paralelo comigo, do outro lado da rua.
Agora, caminhava com o seu celular na mão, no qual um som batido, arrastado e falado enchia a rua, revelando o seu gosto musical.
Vieram a minha mente alguns conceitos da minha época de jovem...
“Quem não gosta de samba, bom sujeito não é.”
“Quem gosta de Rock, não tem coração.”
Hoje, alguns defendem a tese que aqueles que gostam desse tipo de música, não possuem cérebro.
Enquanto “ele” curtia o seu som, no meu bolso, o meu celular ficava quieto na sua.
De repente “ele” atravessou a rua vindo para o meu lado. Instintivamente eu fui para o lado onde “ele” estava.
Ficamos assim...
Apressei meus passos e finalmente cheguei a minha casa, onde minha esposa e filhos, já me aguardavam preocupados, pois já passara da hora de eu chegar.
Depois de abraçá-los e beija-los, sentei-me no sofá da sala e fiquei a pensar “nele”.
Pelo batidão do seu celular, “ele” deve ainda estar por ai, pelas ruas da nossa cidade, a procurar...
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