ROLETA DO SABER

ROLETA DO SABER

sábado, fevereiro 28, 2009

FILHOS

Minhas filhas Celuta e Barbara.
Meus filhos Cassio e Caio.

A sentença "Filhos", foi feita para a Seccional de Praia Grande- SP da Escola de Pais do Brasil, visando a participação da mesma no Congresso em Itaici, no mês de Março/-09

"Olhai os Lírios do Campo (MT 6:28/29)
e também seus filhos, para sempre e com maior encanto.
Para louvar a criação nos seus triunfos
e enfrentar o pranto
nos seus desencantos."
CCF
25/02/09
00:10 Minutos
CCF
Publicado também no:
www.paralerepensar.com.br
www.recantodasletras.com.br
e em votação no:www.overmundo.com.br

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

EU, CHARLES DARWIN E OS MACACOS

A Cultura e a Tecnologia na vida futura dos meus filhos é uma evidência que a cada dia vivencio com mais intensidade.
Já não se trata do "Conhecimento" adquirido, marca registrada da minha geração (Tenho 54 anos).
Trata-se da "Evolução" da espécie. E essa evolução não está no DNA de cada um deles. Ela acontecerá a partir de suas cabeças.
A minha, sabe que para acompanha-los, será uma batalha do tempo que já me é curto, contra o tempo deles que explode em novidades a todo momento.
Meus limites culturais e tecnológicos estão a prova. Mesmo assim, não abro mão daquilo que me cabe desse UNIVERSO para evoluir. Nem que seja só por um pouquinho. Difícil foi deixar de ser macaco!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

TECOS DA VIDA REAL-1º CAPITULO - O AMOR E O VENTILADOR

1972, neste ano eu vivia de forma verdadeira e intensa a minha primeira paixão.
Na verdade, vivíamos! Pois Helena também estava apaixonada por mim.
Éramos, na opinião de moradores do bairro da Cruz Vermelha, centro do Rio de Janeiro, o casal mais representativo do amor que deveria existir entre um homem e uma mulher.
Mas havia uma situação que nos incomodava e começava a nos trazer complicações.
Nesta época, eu ainda não completara 17 anos e Helena estava com 21 anos já feitos.
Nosso romance acontecia há dois anos e a hora da verdade para cada um de nós aproximava-se de forma a revelar os caminhos dos nossos destinos.
Eu, a quem cabia as mais importantes decisões, estava numa ferrenha briga com o mundo material, pela vitória do meu sentimento. Mas estava dando tudo errado e a cada dia a minha batalha se transformava num doloroso angustiante fracasso.
Eu queria dar o Sol e a Lua para Helena, porém não conseguia dar um passo rumo à satisfação das necessidades daquela que eu queria que fosse a minha mulher, para sempre!
A primeira vítima da minha temporal depressão, foi a minha mãe, que, com muito jeito, e apoio da Helena, conseguiu me convencer a procurar ajuda com um especialista médico.
Minha mãe marcou uma consulta com um Psicanalista (Analista na época ainda não era uma expressão em moda) do setor de Psiquiatria do então INPS (Instituto Nacional de Previdência Social).
Eu cheguei ao posto do Instituto acompanhado de Helena. Em atenção à minha mãe, a quem conhecia, o Doutor permitiu que Helena participasse da sessão. Para minha mãe, Helena era a garantia de que eu não entraria em parafuso durante a consulta.
Entrei na sala e aquele homem de jaleco branco, calça jeans e alpargata, indicou-nos as cadeiras postadas à frente da sua mesa. Pediu que o aguardássemos por um instante e saiu da sala, com passos tão rápidos que seus longos cabelos, já embranquecidos pelo tempo, esvoaçaram.
Eu e Helena, nos dedicamos então a correr os olhos pela sala onde uma mesa com livros e papeis espalhados desordenadamente se impunha sobre os demais móveis. Uma velha prateleira, onde o sebo nos vidros dificultava muito ver o que havia lá dentro, parecia querer desabar a qualquer momento, tamanha a sua inclinação. Na parede, uma estante de jornais velhos, empilhados, tendo em cima um telefone cuja função era a de servir de peso para que a pilha não se deslocasse para um dos lados e viesse ao chão. O fio desse telefone, estendido em paralelo à parede, parecia uma serpentina, e não tinha função nenhuma. A tomada ficava do outro lado da sala e nela estava ligado um preguiçoso ventilador.
O empoeirado ventilador, sempre que completava o seu curso, emitia um barulho como o de uma régua chocando-se contra uma lousa.
Teck....Teck...Teck....Teck
Um homem, com roupas de serviços em manutenção, entrou na sala, passou por nós, sem sequer nos olhar, ajoelhou-se diante do ventilador e ficou a mexer até que se levantou e tal como entrou, saiu da sala. O ventilador parou de emitir aquele som sem sentido para nós e até ficara mais veloz e ventoso.
Alguns minutos depois, o Doutor retornou a sala e se colocou diante de mim do outro lado da mesa, disposto a ouvir-me. Nossa conversa ia bem, mas não durou muito. De repente o Doutor parou, como a farejar algo no ar. Colocou o seu indicador diante dos lábios impondo-me o silêncio e virou se em direção ao canto onde estava o ventilador.
Ficou por instantes a olhar aquela peça de museu e no minuto seguinte explodiu.
O que se seguiu a essa explosão foi um corre-corre de pessoas, entrando e saindo da sala, procurando: primeiro acalmar o Doutor e na seqüência encontrar o funcionário que havia mexido no ventilador e dele retirado o “Teck”.
O funcionário (coitado!) foi encontrado e colocado diante do seu algoz. Após passar pela ira do homem de branco que o colocou num nível de idiotia absoluta, voltou a se ajoelhar diante do ventilador e dali só se levantou quando finalmente conseguiu colocar nele de volta, o Teck.
O êxtase do Doutor diante do seu ventilador tal como era antes durou uns 15 minutos, findo os quais ele lembrou-se de mim e retomou a consulta.
Ah! Você deve encontrar-se curioso quanto ao diagnóstico desse médico, dado ao meu dilema.
De fato! Ele o resolveu, indo ao fundo do problema...mas isto é assunto para um novo capítulo da minha própria novela.
Aguarde!

domingo, janeiro 25, 2009

OBRIGADO INTERNAUTA AMERICANO

Partiu dos Estados Unidos, o primeiro registro de um acesso internacional ao "PORTAL POÉTICO CCF". Espero que os meus textos tenham agradado ao internauta que o acessou.
Obrigado a esse histórico visitante e espero que ele continue a me acessar e a me divulgar nos E.U.A e outros paises do planeta terra.
Terça-Feira(27/03/2009) este Blog estará completando 3 anos de postagens. Mais de cem titulos já publicados. Estrear no cenário internacional é um presente!

Atenciosamente,
Celso Corrêa de Freitas
C C F

segunda-feira, janeiro 19, 2009

PAZ DE CONTA

Introdução: Não sou Judeu, sou Brasileiro, Cristão Católico e em tudo que ouço e vejo, mantenho a minha posição de que ninguém me faz eu mesmo me construo.
Imagina que você e sua família, composta de 7 pessoas, recebessem num determinado tempo, 14,5 KM²
Do qual mais de 80% ou 12 KM² seriam constituídos de terreno árido e inóspito. Imagina você tendo apenas 2,5 KM² de terra para produzir.
Imagina, que um seu vizinho, que até então vivia em PAZ com você, também recebesse algo parecido com o que você recebeu.
Esse vizinho com seus 13 familiares recebeu 11 KM² de terras próprias para serem habitadas e para produção.
Bom...a partir dai, você a quem coube quase nada produtivo, transformou aquele presente de grego numa “fazenda” operacionalmente eficaz em todos os aspectos, gerando benefícios para os seus e muitos, inclusive “muitos” distantes.
Enquanto isso, aquele seu vizinho, sectário de uma seita antagônica a sua crença, ao invés de cuidar do que lhe pertencia, deixa que suas terras tornem-se o retrato da miséria, pobreza e subdesenvolvimento econômico, apesar de toda a ajuda que nunca lhe foi negada pelos seus pares. De uma hora para outra esse vizinho resolve lançar os olhos sobre o que é seu.
Mais do que isso, decide que ali você não pode ficar e que vai jogá-lo...digamos assim “ao mar”.
Imagina...
O que você faria?
O que eu Faria?
Para mim, é difícil suportar o vômito daqueles que só encontram razão no absurdo. Talvez isso se explique pelo estranho comportamento de suportarmos a mentira como artifício e não a verdade como realidade dos fatos.
Eu fico com a história.
Esse “um” pode tudo e os infiéis que se lasquem, revela uma hipocrisia, essa sim desproporcional, que isso sim, não mantém a PAZ em qualquer lugar do mundo.
É lamentável a distorção intencional da história, que se faz com fatos e documentos, segundo Gothe.
Já passou da hora de se dizer e mostrar para os inocentes úteis o que está além daquilo que só a paixão determina.
Está na hora, de você, em qualquer lugar desse mundo, tal como eu aqui em Praia Grande-SP, assumir a sua porção Judia e dizer sem medo para quem quiser ouvir:
“Deixem Israel em Paz, e vivam também em Paz.”
Se você não fizer assim, então a paz que você prega é uma “paz de conta”.
E quem paga o preço dessa conta? Todos aqueles que precisam viver em paz, para construir o futuro da humanidade.
Tanto o meu filho na ilusória segurança da minha casa, quanto uma criança em gaza.
FIM

sexta-feira, janeiro 16, 2009

HOMENS DE CERA

Foto:Folha de São Paulo-16/01/09
Ser humano empalhado não existe! Ser humano de cera sim. Existe até um museu nesse estilo! Os animais não, esses sim podem ser empalhados. O ser humano só presta, enquanto vive!

quarta-feira, dezembro 24, 2008

PERDÃO, É O QUE PEÇO A VOCÊ...

O perdão não mora no coração. Se morasse, todos ficariam em PAZ com o seu próximo.
O perdão mora na consciência e como muitos tem a consciência exilada na bunda, ele é muito pouco pedido e menos ainda concedido(CCF 23.12.08 - 20:30Horas)


Pensado a partir de uma reportagem no Jornal Nacional em 23/12/08. Na matéria sobre o ato de pedir perdão, uma senhora pedia perdão ao seu irmão com quem se desentendera no transcurso do ano.

Pessoal:
Se eu pudesse alcançar a Estrela Dalva, pediria perdão a ela tão logo aos pés dela estivesse. Mas faz tempo que o meu céu anda negro e o que eu menos vejo é Estrela. A Dalva então, nem sei mais em que parte do universo se encontra.

"Pouco importa se elos se quebram, a essência deles continuará nos demais existentes(CCF 24.12.08)

segunda-feira, dezembro 22, 2008


Na minha tela
Um Rio que chora!
No meu coração
Uma tristeza que aflora.

Está visão plena e global
Revela olhares suplicantes
Querendo que as águas voltem
A correr como corriam antes.

Tenho desse Muriaé a chorar
A lembrança de um frágil Canoa
E nela um Canoeiro a pescar

Doces lembranças de um lugar sem igual
Itaperuna, minha terra querida
Eu desejo a você e aos meus (Conterrâneos) "UM FELIZ NATAL"

Tento Exprimir neste Soneto o meu sentimento, também em relação as cidades de: Campos, Cardoso Moreira(Que conheci como distrito de Itaperuna), Italva, Miracema(Terra do nosso querido Professor Cezar Cantenhede) , Santo Antonio de Pádua(Onde Estudei interno no Colégio de Pádua por 3 anos), São Fidélis(Terra do esposo da nossa saudosa Professora Graziella Dias Sterque), Muriaé(MG) e Bom Jesus do Norte(ES).
E outras atingidas pelo flagelo das enchentes. Essas Cidades são ligadas histórica e geograficamente a Itaperuna.
Gostaria, para responder a uma pergunta do Poeta e Amigo Anibal Albuquerque, de esclarecer a origem do nome Itaperuna.
Itaperuna vem de Ita (pedra) + tapir (anta) + una(negra): Itatapiruna (pedra da anta negra), que sofreu síncrese, reduzindo-se para Itapiruna (o povo ainda fala assim), e depois ortograficamente alterada para Itaperuna. Antenor Nascente a relaciona com tapera, mas, apesar de sua sapiência, eu fico com a tradição popular que na infância eu ouvia na nossa terra.
Fonte: Professor Francisco Verdan Corrêa Neto.

terça-feira, dezembro 16, 2008

FELIZ NATAL e BOAS FESTAS

Desejo a todos que me incentivam neste meu caminho literário, um FELIZ NATAL e um venturoso ano de 2009.
CCF


PINHEIROS E CRIANÇAS
(Versão para o Natal)
Crianças brincando a vontade
a sombra de um Pinheiro
são retratos verdadeiros
do que é felicidade.

Crianças construindo castelos
espalhando artes pelo chão
trazem á vida sementes
adormecidas no coração.

De alguém que esqueceu
aquele seu belo Pinheiro
que depois de tantos anos
só o tempo envelheceu.

Esse tempo é seu amigo
parceiro dos sonhos seus
volte então a ser criança
e construa!
um mundo novo
a sombra da mão de Deus.

JÁ ESTOU VENDO O NATAL

O Natal está próximo
Eu já o consigo ver
É o Natal da Esperança
Que eu não canso de ter.

Ter uma antiga amizade
Renovada a cada segundo
Aí eu em PAZ com ela
Estarei em PAZ com o mundo.

Papai Noel meu amigo
Estou esperando você
Se você tiver um tempinho
Passe aqui pra me ver.

Papai Noel eu entendo
Escute o que vou lhe dizer
Se não der...
Tudo bem!
FELIZ NATAL PARA TODOS
E um bom ANO NOVO também.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

REVENDO UM GRANDE AMIGO

Prezados senhores da TV RECORD
Programa “Domingo Espetacular”

Em relação à matéria de ontem (Domingo 07/12/08) com João Baptista Gelpi, por favor, recebam as minhas considerações abaixo. E obrigado pela matéria ela permitiu-me rever um grande amigo!

“Quem passa pela experiência de um grande amor, está sempre a um passo de cometer um gesto de loucura contra si ou contra outrem.
Aquele que não chega a esse extremo, não o promove por falta de coragem, mas sim, por ironia do destino, que o poupa para lhe impor o pior da paixão, a lembrança!
Paixão é para ser vivida intensamente. Não faze-lo é não existir e quem não existe, não tem do que se lembrar.(CCF) “.


Ao término da reportagem escrevi o texto acima em homenagem ao meu amigo GELPI (Era assim que o chamávamos), que contou ao Domingo Espetacular, como foi a sua trágica história de amor.
Em razão da minha admiração por ele, o reverencio! Tive a honra de conhecer (Chegeui em São Paulo em 1979), conviver (Até 1985), e neste final de domingo emocionar-me lembrando alguns fatos que marcaram o nosso relacionamento.
1) Foi com ele que pela primeira vez andei num carro a mais de 150 Km por hora, pela Castelo Branco e Marginal do Tiete(1981);
2) Foi na casa dele que eu comecei a namorar aquela que se tornou a minha 3ª esposa. Nos casamos tendo ele(Gelpi) como padrinho(Nov-1982);
3) Foi através dele que conheci a culinária Japonesa, Italiana e outras e até por que não dizer a Brasileira na sua essência;
4) Que tempo bom, quando nos restaurante Guanabara, ele comandava as nossas confraternizações. Depois saiamos de lá pela noite paulistana ainda a festejar;
5) Foi pela ação cultural dele que eu conheci Waldemar Henrique, Geraldo Vandré (Para não dizer que não falei das flores...) Inezita Barroso e outros nomes artísticos;
6) Foi também por essa ação cultural que eu pude conhecer várias cidades do Estado de São Paulo viajando com o Coral Bcn e pegar gosto por morar em São Paulo.
7) Foi por sua ação esportiva que eu conheci Eder Jofre e Ralpf Zumbano (Gelpi era apaixonado por Box);
8) Também foi por sua ação esportiva que eu pude participar como atleta, como dirigente e como compositor do hino da 1ª Olimpíada do BCN(1982);
9) Eu, Emilia, Damião, Assis, Calu, Luis Carlos, Macalé e outros, todos amigos de um grande amigo.
10) Foi por muitas outras coisas que quando o vi aparecer na tela, corri até a estante peguei o seu livro e não tive dúvidas em dizer para a minha Esposa e meus filhos Caio e Cássio:
“Esse cara faz parte da minha história de vida!”
Mas isto eles já sabiam...eu só fiz questão de reafirmar.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

HÁ, AMIGOS E "AMIGOS"

"Prefiro meu filho vencedor e cercado de inimigos do que vê-lo fracassado e rodeado de "AMIGOS".

Criei a sentença acima, ouvindo uma conversa entre duas mães. Uma delas, relatava suas angustias em razão das amizades do filho. Todas em condições de leva-lo para um mau caminho (CCF 30/11/08).

ATÉ QUANDO ?