O PORTAL POÉTICO CCF é o meu "Recanto das Letras", o "My Space" Literario, o meu "Facebook" autoral. Aqui um "Overmundo" de textos "Para ler e Pensar", está a sua disposição. (M)ande-me (S)ua (N)ota, seu comentário. Sua Opinião sempre foi importante para mim. QUANDO ELA NÃO INFLOU O MEU EGO, CORRIGIU O MEU RUMO. Estou no aguardo da sua opinião em 2017, ok? Um abraço! O Poeta, as artistas, e a história. CCF
ROLETA DO SABER
ROLETA DO SABER
quinta-feira, março 05, 2009
Fwd: Overmundo :. 'AMAZÔNIA' foi publicada
---------- Forwarded message ----------
From: Overmundo <noreply@overmundo.com.br>
Date: 05/03/2009 09:09
Subject: Overmundo :. 'AMAZÔNIA' foi publicada
To: celso.correadefreitas@gmail.com
Olá CCF,
Sua colaboração para o Overmundo "AMAZÔNIA" acaba de completar a
votação necessária e de ser publicada em
definitivo no site. Ela agora está disponível no link:
http://www.overmundo.com.br/banco/amazonia-5
Abraços e parabéns!
Overmundo
--
"
quarta-feira, março 04, 2009
"O CABINEIRO DE MARFIM"
"O Cabineiro de Marfim absorve da sua cabina a energia continua, proveniente da rua onde trabalha.
Observa as Pessoas, Carros, Motos, Bicicletas e tudo mais que por ela passa ou voa.
A sua esquerda, entre postes e placas, ao final ou começo dela, pode ver um pequeno pedaço dos 22,5 quilômetros de praia que constitui uma das enseadas mais bonitas do mundo, e que dá o nome a cidade: Praia Grande, onde o Condomínio "Marfim" está encravado.
Ora azul, ora verde, ora as duas cores. Ora coberto de nuvens, ora com o céu a lhe possui e a oferecer-lhe o seu colar de estrelas e o seu magnífico medalhão em forma de lua.
O Cabineiro de Marfim não perde esse pedaço de mar de vista, enquanto a sua vista corre as câmeras. Disso se vale para sobreviver, vendo e escrevendo, sobre o que vê e sente.
O Cabineiro de Marfim é o guardião dos seres que dessa praia se aproveitam e de seres que só a espreitam e daqueles que a ela são indiferentes.
Uma colônia de humanos, muitos que nem são daqui, mas que aqui se encontram."
"Não importa o que aconteça. Este dia vai passar, para que um novo dia amanheça".
Eu, pensando, enquanto caminhava pelas ruas de Praia Grande, com destino ao local onde retomaria a minha condição de empregado, depois de 3 anos desempregado.
Edificio Marfim, situado na Rua Roberto Shoji, antiga Sorocaba, nº 164 - Boqueirão
Praia Grande-SP
Por uma boca de rua
Onde Carros, Placas e Postes
Parecem dentes
Posso ver um pedaço do Mar.
Mas, não o vejo
Como aqueles dantes
Nesta distância
Ele me parece um muro.
A visão aqui da guarita
Onde estou a navegar
Não é lá muito bonita
Mas é a que me cabe
Neste condomínio
Que por ensolarada ironia
Tem o Mar no seu início
E o Fim, agora um pouco
Longe de mim
"MARFIM"
Poesia composta(04/03/05-11:39Hrs), num momento de contemplação do "pequeno pedaço de mar" que me será permitido ver daqui para frente, da janela da minha guarita(Cabina)
Observa as Pessoas, Carros, Motos, Bicicletas e tudo mais que por ela passa ou voa.
A sua esquerda, entre postes e placas, ao final ou começo dela, pode ver um pequeno pedaço dos 22,5 quilômetros de praia que constitui uma das enseadas mais bonitas do mundo, e que dá o nome a cidade: Praia Grande, onde o Condomínio "Marfim" está encravado.
Ora azul, ora verde, ora as duas cores. Ora coberto de nuvens, ora com o céu a lhe possui e a oferecer-lhe o seu colar de estrelas e o seu magnífico medalhão em forma de lua.
O Cabineiro de Marfim não perde esse pedaço de mar de vista, enquanto a sua vista corre as câmeras. Disso se vale para sobreviver, vendo e escrevendo, sobre o que vê e sente.
O Cabineiro de Marfim é o guardião dos seres que dessa praia se aproveitam e de seres que só a espreitam e daqueles que a ela são indiferentes.
Uma colônia de humanos, muitos que nem são daqui, mas que aqui se encontram."
"Não importa o que aconteça. Este dia vai passar, para que um novo dia amanheça".
Eu, pensando, enquanto caminhava pelas ruas de Praia Grande, com destino ao local onde retomaria a minha condição de empregado, depois de 3 anos desempregado.
Edificio Marfim, situado na Rua Roberto Shoji, antiga Sorocaba, nº 164 - Boqueirão
Praia Grande-SP
Por uma boca de rua
Onde Carros, Placas e Postes
Parecem dentes
Posso ver um pedaço do Mar.
Mas, não o vejo
Como aqueles dantes
Nesta distância
Ele me parece um muro.
A visão aqui da guarita
Onde estou a navegar
Não é lá muito bonita
Mas é a que me cabe
Neste condomínio
Que por ensolarada ironia
Tem o Mar no seu início
E o Fim, agora um pouco
Longe de mim
"MARFIM"
Poesia composta(04/03/05-11:39Hrs), num momento de contemplação do "pequeno pedaço de mar" que me será permitido ver daqui para frente, da janela da minha guarita(Cabina)
segunda-feira, março 02, 2009
MADRES DE DIOS
Belezas intrigantes
De realidades diferentes
Em faces púrpuras.
Devaneios dementes
Lançados as alturas
Por olhos salientes,
Despejando sonhos
Sobre saltos crescentes.
Que expõe a coragem,
De não estar e nem ser
E muito menos ter,
Mas sim se perder
Sobre o corpo ainda quente
De quem acabou de dar,
Um passo a frente.
Para atirar-se sobre o vazio imponente
Da primeira e inútil semente
Que insiste em brotar,
Nos ventres das Madres
De Dios... diariamente.
De realidades diferentes
Em faces púrpuras.
Devaneios dementes
Lançados as alturas
Por olhos salientes,
Despejando sonhos
Sobre saltos crescentes.
Que expõe a coragem,
De não estar e nem ser
E muito menos ter,
Mas sim se perder
Sobre o corpo ainda quente
De quem acabou de dar,
Um passo a frente.
Para atirar-se sobre o vazio imponente
Da primeira e inútil semente
Que insiste em brotar,
Nos ventres das Madres
De Dios... diariamente.
FW: PAZ DE CONTA
Date: Sun, 1 Mar 2009 01:53:13 -0300
To: portalpoeticoccf@hotmail.com
Subject: PAZ DE CONTA
From: lidiacribeiro@gmail.com
Olá Celso Corrêa de Freitas,
Lídia Ribeiro comentou a seguinte publicação: PAZ DE CONTA
Comentários
\"Ninguém me faz eu mesmo me construo\".
Após apreciar todos os seus textos publicados neste site, entre tantas mensagens ricas, a frase acima não me saía da cabeça. E então, como sempre procedo com os demais autores que me proporcionam tamanha admiração, resolvi escrever minha homenagem ao seu trabalho. Homenagem, porque considero o dom da palavra algo ímpar nas nossas vidas e a cada leitura que faço, certamente ganho em termo de aprendizagens, julgando mais justo tornar conhecida a minha admiração por aqueles que se dedicam a pensar, fazer, argumentar, escrever...
Cadastrei-me neste site a menos de um mês, pois o conheci esporadicamente, e desde então, além dos mais ricos trabalhos com que tenho a oportunidade de conhecer, tenho estreitado laços de amizades com diferentes pessoas que aqui vêm contribuindo com a escrita de um mundo melhor.
PARABÉNS, Celso. Seus textos são muito bem-vindos aos olhos de um leitor sedento, curioso e desejoso de conhecer um pouco sobre a ideia do outro. Que suas mensagens continuem alcançando pessoas, multidões.
Prezada Lidia, Seu comentário agrega um valor enorme ao meu trabalho e em razão do fato, estou publicando-o no meu blog.
Muito obrigado pelas suas palavras que me incentivam a continuar escrevendo.
Aproveito para informar que ontem, postei no meu blog o 2º Capítulo do meu texto "Tecos da Vida", que leva o titulo de "O DIAGNÓSTICO".
Fique a vontade nas minhas páginas!
Um abraço, uma boa semana de trabalho e de vida para você.
Atenciosamente,
CCF
www.portalpoeticoccf.blogspot.com
www.catraca-pg.blogspot.com
www.litoralbuffetdechurrasco.blogspot.com
casadopoeta.tripod.com
To: portalpoeticoccf@hotmail.com
Subject: PAZ DE CONTA
From: lidiacribeiro@gmail.com
Olá Celso Corrêa de Freitas,
Lídia Ribeiro comentou a seguinte publicação: PAZ DE CONTA
Comentários
\"Ninguém me faz eu mesmo me construo\".
Após apreciar todos os seus textos publicados neste site, entre tantas mensagens ricas, a frase acima não me saía da cabeça. E então, como sempre procedo com os demais autores que me proporcionam tamanha admiração, resolvi escrever minha homenagem ao seu trabalho. Homenagem, porque considero o dom da palavra algo ímpar nas nossas vidas e a cada leitura que faço, certamente ganho em termo de aprendizagens, julgando mais justo tornar conhecida a minha admiração por aqueles que se dedicam a pensar, fazer, argumentar, escrever...
Cadastrei-me neste site a menos de um mês, pois o conheci esporadicamente, e desde então, além dos mais ricos trabalhos com que tenho a oportunidade de conhecer, tenho estreitado laços de amizades com diferentes pessoas que aqui vêm contribuindo com a escrita de um mundo melhor.
PARABÉNS, Celso. Seus textos são muito bem-vindos aos olhos de um leitor sedento, curioso e desejoso de conhecer um pouco sobre a ideia do outro. Que suas mensagens continuem alcançando pessoas, multidões.
Prezada Lidia, Seu comentário agrega um valor enorme ao meu trabalho e em razão do fato, estou publicando-o no meu blog.
Muito obrigado pelas suas palavras que me incentivam a continuar escrevendo.
Aproveito para informar que ontem, postei no meu blog o 2º Capítulo do meu texto "Tecos da Vida", que leva o titulo de "O DIAGNÓSTICO".
Fique a vontade nas minhas páginas!
Um abraço, uma boa semana de trabalho e de vida para você.
Atenciosamente,
CCF
www.portalpoeticoccf.blogspot.com
www.catraca-pg.blogspot.com
www.litoralbuffetdechurrasco.blogspot.com
casadopoeta.tripod.com
domingo, março 01, 2009
TECOS DA VIDA - 2º CAPÍTULO
O DIAGNÓSTICO
O Doutor Dorival, enfim começou; após ter saído do êxtase de ver o seu ventilador voltar ao normal, a ouvir-me.
Vez em quando, interrompia o meu relato, para fazer alguma indagação, escrever alguma coisa num pequeno caderno, em seguida voltava a prestar atenção no que eu falava.
Falei muito de mim, de como conheci Helena e do meu estado emocional nos últimos meses.
O meu analista deixou de lado as indagações pontuais e as anotações pertinentes naquele caderno, e o que era praticamente um monólogo tornou-se um dialogo aberto.
- Eu não quero ser só um grande amor na vida da Helena, Doutor!
- E o que você quer ser afinal, meu jovem?
- Um homem de verdade para ela.
- Mas já na o é? Vocês já não transaram?
O rosto de Helena perdeu para a cor vermelha, o tom moreno da sua pele dourada.
Eu olhei para ela com uma pergunta expressa nos meus olhos “O que eu respondo?”.
A resposta veio a galope e conclusiva.
- Mas é claro que vocês já transaram... Helena, as suas mãos sobre a sua barriga, colocadas de forma tão delicada, protetora, me mostra isso claramente.
Eu não entendi o que o Doutor Dorival quis dizer, mas Helena com certeza sim, pois ficou ainda mais vermelha.
E ele não parou aí...
- Bom Celso...
Chegara a hora dele colocar diante de nós o seu diagnóstico.
Eu estava com as minhas mãos perdidas entre as mãos de Helena e os meus olhos fixos nos olhos do meu algoz. Naquele momento era assim que eu o via.
-...Vou tomar como base do meu parecer, o fato de você vir tentando nos últimos meses encontrar um bom emprego, e sempre na hora do teste de qualificação, você ficar agitado, com sudorese e assim não conseguir sucesso e a vaga lhe escapar das mãos.
Interrompi-o para perguntar:
- Por que isto acontece Doutor?
- Celso, a verdade é que você está forçando a sua saída da adolescência em beneficio de alguém que já está na fase adulta. Obviamente esse alguém, precisa ter ao seu lado, um homem que responda de imediato às suas necessidades enquanto pessoa e enquanto mulher.
Enquanto mulher, eu já percebi que você atendeu aos anseios de Helena, mas enquanto pessoa não! Embora ela não te cobre isso, pois sabe que você é um Ser, construindo o seu futuro, sem condições de construir o dela. Estou Certo dona Helena?
Helena concordou. Acenando positivamente a cabeça, que de tão baixa deu-me a impressão dela querer esconder-se.
Eu voltei a perguntar:
- O senhor quer dizer que eu devo...
Minha pergunta foi atropelada pela pronta resposta do Doutor Dorival:
- Sim, você deve nesse momento, pensar, para o seu bem, que embora muito bonito, o seu amor, ou melhor, o amor de vocês, está prejudicando um ao outro e sem dúvida nenhuma, digo, prejudicando muito mais a você!
Eu olhei para Helena e não vi o seu rosto, meus olhos estavam marejados.
Foi ela que perguntou:
- O que devemos fazer Doutor?
Enquanto o ventilador ia e vinha espargindo tecks pela sala, ele respondeu:
-Helena você já é uma mulher formada e a vida não pode mais ser uma aventura romântica para você. A sua realidade é outra e o seu tempo, corre contra você.
Você tem idéia do peso de cada fracasso que o Celso acumular nesse processo de auto-afirmação perante você? Helena não vacilou:
- Tenho!
-Pois bem; manter esse relacionamento vai ser prejudicial demais à vida dele e sabemos que já mudou a sua.
Eu respirei fundo e o interrompi...
- Então a solução é a nossa separação?
- Neste momento meu rapaz, você precisa pensar somente em você, não tenha medo de ser egoísta. Quando você conseguir resolver os seus problemas ai sim estará na hora e você terá condições de resolver os problemas dos outros. E o seu problema agora é se preparar naturalmente, sem violação da sua fase adolescente; o seu Ser, para entrar na etapa adulta da sua vida.
-Sem Helena doutor?
-Sim, sem o que a Helena representa, ou seja, sem esse sentimento que você está vivendo agora; é necessário!
Eu e Helena nos levantamos e tomamos a direção da porta do consultório. O doutor Dorival não tinha mais nada para nos dizer, já tinha até fechado o seu caderno.
Caminhamos rumo à saída do Instituto. Andamos em silêncio até a entrada do edifício onde Helena morava, alguns quarteirões depois.
Eu estava me sentindo mal e me limitei a ficar ouvindo as palavras de Helena.
- “Celso, não temos outra opção. Sabemos disso, agora sabemos muito mais e precisamos encarar esta verdade. Eu não posso atrapalhar o seu futuro e preciso cuidar do meu. Eu vou torcer por você sempre. Eu nunca vou te esquecer e vou levar você comigo. Olha, a melhor coisa do mundo que você poderia me dar, você me deu e eu sou grata a você por isto.
“Não precisamos dizer adeus um para o outro, mas precisamos seguir com nossas vidas.”
Lentamente ela foi soltando suas mãos das minhas. Eu fiquei ali parado em frente à porta de acesso ao hall, a vendo seguir pelo corredor até chegar ao elevador, entrar nele e sumir...da minha vista.
Eu fiquei dois dias sem sair de casa, acamado por uma febre temporã. Quando pude sair, corri ao edifício de Helena. O porteiro depois de me dizer que ela não morava mais ali, havia se mudado no sábado pela manhã, entregou-me um papel com um bilhete, nele escrito.
“Celso, estou indo embora. Seja feliz, meus lindos olhos verdes. Eu estou feliz, acredite! Levo você comigo, para sempre!”
Eu quis voltar para a cama e morrer febril! Coloquei aquele bilhete na boca, mastiguei-o com raiva e o engoli a seco.
Eu precisava também, levar algo dela comigo. Mesmo que não fosse...para sempre!
FIM
O Doutor Dorival, enfim começou; após ter saído do êxtase de ver o seu ventilador voltar ao normal, a ouvir-me.
Vez em quando, interrompia o meu relato, para fazer alguma indagação, escrever alguma coisa num pequeno caderno, em seguida voltava a prestar atenção no que eu falava.
Falei muito de mim, de como conheci Helena e do meu estado emocional nos últimos meses.
O meu analista deixou de lado as indagações pontuais e as anotações pertinentes naquele caderno, e o que era praticamente um monólogo tornou-se um dialogo aberto.
- Eu não quero ser só um grande amor na vida da Helena, Doutor!
- E o que você quer ser afinal, meu jovem?
- Um homem de verdade para ela.
- Mas já na o é? Vocês já não transaram?
O rosto de Helena perdeu para a cor vermelha, o tom moreno da sua pele dourada.
Eu olhei para ela com uma pergunta expressa nos meus olhos “O que eu respondo?”.
A resposta veio a galope e conclusiva.
- Mas é claro que vocês já transaram... Helena, as suas mãos sobre a sua barriga, colocadas de forma tão delicada, protetora, me mostra isso claramente.
Eu não entendi o que o Doutor Dorival quis dizer, mas Helena com certeza sim, pois ficou ainda mais vermelha.
E ele não parou aí...
- Bom Celso...
Chegara a hora dele colocar diante de nós o seu diagnóstico.
Eu estava com as minhas mãos perdidas entre as mãos de Helena e os meus olhos fixos nos olhos do meu algoz. Naquele momento era assim que eu o via.
-...Vou tomar como base do meu parecer, o fato de você vir tentando nos últimos meses encontrar um bom emprego, e sempre na hora do teste de qualificação, você ficar agitado, com sudorese e assim não conseguir sucesso e a vaga lhe escapar das mãos.
Interrompi-o para perguntar:
- Por que isto acontece Doutor?
- Celso, a verdade é que você está forçando a sua saída da adolescência em beneficio de alguém que já está na fase adulta. Obviamente esse alguém, precisa ter ao seu lado, um homem que responda de imediato às suas necessidades enquanto pessoa e enquanto mulher.
Enquanto mulher, eu já percebi que você atendeu aos anseios de Helena, mas enquanto pessoa não! Embora ela não te cobre isso, pois sabe que você é um Ser, construindo o seu futuro, sem condições de construir o dela. Estou Certo dona Helena?
Helena concordou. Acenando positivamente a cabeça, que de tão baixa deu-me a impressão dela querer esconder-se.
Eu voltei a perguntar:
- O senhor quer dizer que eu devo...
Minha pergunta foi atropelada pela pronta resposta do Doutor Dorival:
- Sim, você deve nesse momento, pensar, para o seu bem, que embora muito bonito, o seu amor, ou melhor, o amor de vocês, está prejudicando um ao outro e sem dúvida nenhuma, digo, prejudicando muito mais a você!
Eu olhei para Helena e não vi o seu rosto, meus olhos estavam marejados.
Foi ela que perguntou:
- O que devemos fazer Doutor?
Enquanto o ventilador ia e vinha espargindo tecks pela sala, ele respondeu:
-Helena você já é uma mulher formada e a vida não pode mais ser uma aventura romântica para você. A sua realidade é outra e o seu tempo, corre contra você.
Você tem idéia do peso de cada fracasso que o Celso acumular nesse processo de auto-afirmação perante você? Helena não vacilou:
- Tenho!
-Pois bem; manter esse relacionamento vai ser prejudicial demais à vida dele e sabemos que já mudou a sua.
Eu respirei fundo e o interrompi...
- Então a solução é a nossa separação?
- Neste momento meu rapaz, você precisa pensar somente em você, não tenha medo de ser egoísta. Quando você conseguir resolver os seus problemas ai sim estará na hora e você terá condições de resolver os problemas dos outros. E o seu problema agora é se preparar naturalmente, sem violação da sua fase adolescente; o seu Ser, para entrar na etapa adulta da sua vida.
-Sem Helena doutor?
-Sim, sem o que a Helena representa, ou seja, sem esse sentimento que você está vivendo agora; é necessário!
Eu e Helena nos levantamos e tomamos a direção da porta do consultório. O doutor Dorival não tinha mais nada para nos dizer, já tinha até fechado o seu caderno.
Caminhamos rumo à saída do Instituto. Andamos em silêncio até a entrada do edifício onde Helena morava, alguns quarteirões depois.
Eu estava me sentindo mal e me limitei a ficar ouvindo as palavras de Helena.
- “Celso, não temos outra opção. Sabemos disso, agora sabemos muito mais e precisamos encarar esta verdade. Eu não posso atrapalhar o seu futuro e preciso cuidar do meu. Eu vou torcer por você sempre. Eu nunca vou te esquecer e vou levar você comigo. Olha, a melhor coisa do mundo que você poderia me dar, você me deu e eu sou grata a você por isto.
“Não precisamos dizer adeus um para o outro, mas precisamos seguir com nossas vidas.”
Lentamente ela foi soltando suas mãos das minhas. Eu fiquei ali parado em frente à porta de acesso ao hall, a vendo seguir pelo corredor até chegar ao elevador, entrar nele e sumir...da minha vista.
Eu fiquei dois dias sem sair de casa, acamado por uma febre temporã. Quando pude sair, corri ao edifício de Helena. O porteiro depois de me dizer que ela não morava mais ali, havia se mudado no sábado pela manhã, entregou-me um papel com um bilhete, nele escrito.
“Celso, estou indo embora. Seja feliz, meus lindos olhos verdes. Eu estou feliz, acredite! Levo você comigo, para sempre!”
Eu quis voltar para a cama e morrer febril! Coloquei aquele bilhete na boca, mastiguei-o com raiva e o engoli a seco.
Eu precisava também, levar algo dela comigo. Mesmo que não fosse...para sempre!
FIM
sábado, fevereiro 28, 2009
FILHOS
Minhas filhas Celuta e Barbara.
Meus filhos Cassio e Caio.A sentença "Filhos", foi feita para a Seccional de Praia Grande- SP da Escola de Pais do Brasil, visando a participação da mesma no Congresso em Itaici, no mês de Março/-09
"Olhai os Lírios do Campo (MT 6:28/29)
e também seus filhos, para sempre e com maior encanto.
Para louvar a criação nos seus triunfos
e enfrentar o pranto
nos seus desencantos."
CCF
25/02/09
00:10 Minutos
CCF
Publicado também no:
www.paralerepensar.com.br
www.recantodasletras.com.br
e em votação no:www.overmundo.com.br
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
EU, CHARLES DARWIN E OS MACACOS
A Cultura e a Tecnologia na vida futura dos meus filhos é uma evidência que a cada dia vivencio com mais intensidade.
Já não se trata do "Conhecimento" adquirido, marca registrada da minha geração (Tenho 54 anos).
Trata-se da "Evolução" da espécie. E essa evolução não está no DNA de cada um deles. Ela acontecerá a partir de suas cabeças.
A minha, sabe que para acompanha-los, será uma batalha do tempo que já me é curto, contra o tempo deles que explode em novidades a todo momento.
Meus limites culturais e tecnológicos estão a prova. Mesmo assim, não abro mão daquilo que me cabe desse UNIVERSO para evoluir. Nem que seja só por um pouquinho. Difícil foi deixar de ser macaco!
Já não se trata do "Conhecimento" adquirido, marca registrada da minha geração (Tenho 54 anos).
Trata-se da "Evolução" da espécie. E essa evolução não está no DNA de cada um deles. Ela acontecerá a partir de suas cabeças.
A minha, sabe que para acompanha-los, será uma batalha do tempo que já me é curto, contra o tempo deles que explode em novidades a todo momento.
Meus limites culturais e tecnológicos estão a prova. Mesmo assim, não abro mão daquilo que me cabe desse UNIVERSO para evoluir. Nem que seja só por um pouquinho. Difícil foi deixar de ser macaco!
sexta-feira, janeiro 30, 2009
TECOS DA VIDA REAL-1º CAPITULO - O AMOR E O VENTILADOR
1972, neste ano eu vivia de forma verdadeira e intensa a minha primeira paixão.
Na verdade, vivíamos! Pois Helena também estava apaixonada por mim.
Éramos, na opinião de moradores do bairro da Cruz Vermelha, centro do Rio de Janeiro, o casal mais representativo do amor que deveria existir entre um homem e uma mulher.
Mas havia uma situação que nos incomodava e começava a nos trazer complicações.
Nesta época, eu ainda não completara 17 anos e Helena estava com 21 anos já feitos.
Nosso romance acontecia há dois anos e a hora da verdade para cada um de nós aproximava-se de forma a revelar os caminhos dos nossos destinos.
Eu, a quem cabia as mais importantes decisões, estava numa ferrenha briga com o mundo material, pela vitória do meu sentimento. Mas estava dando tudo errado e a cada dia a minha batalha se transformava num doloroso angustiante fracasso.
Eu queria dar o Sol e a Lua para Helena, porém não conseguia dar um passo rumo à satisfação das necessidades daquela que eu queria que fosse a minha mulher, para sempre!
A primeira vítima da minha temporal depressão, foi a minha mãe, que, com muito jeito, e apoio da Helena, conseguiu me convencer a procurar ajuda com um especialista médico.
Minha mãe marcou uma consulta com um Psicanalista (Analista na época ainda não era uma expressão em moda) do setor de Psiquiatria do então INPS (Instituto Nacional de Previdência Social).
Eu cheguei ao posto do Instituto acompanhado de Helena. Em atenção à minha mãe, a quem conhecia, o Doutor permitiu que Helena participasse da sessão. Para minha mãe, Helena era a garantia de que eu não entraria em parafuso durante a consulta.
Entrei na sala e aquele homem de jaleco branco, calça jeans e alpargata, indicou-nos as cadeiras postadas à frente da sua mesa. Pediu que o aguardássemos por um instante e saiu da sala, com passos tão rápidos que seus longos cabelos, já embranquecidos pelo tempo, esvoaçaram.
Eu e Helena, nos dedicamos então a correr os olhos pela sala onde uma mesa com livros e papeis espalhados desordenadamente se impunha sobre os demais móveis. Uma velha prateleira, onde o sebo nos vidros dificultava muito ver o que havia lá dentro, parecia querer desabar a qualquer momento, tamanha a sua inclinação. Na parede, uma estante de jornais velhos, empilhados, tendo em cima um telefone cuja função era a de servir de peso para que a pilha não se deslocasse para um dos lados e viesse ao chão. O fio desse telefone, estendido em paralelo à parede, parecia uma serpentina, e não tinha função nenhuma. A tomada ficava do outro lado da sala e nela estava ligado um preguiçoso ventilador.
O empoeirado ventilador, sempre que completava o seu curso, emitia um barulho como o de uma régua chocando-se contra uma lousa.
Teck....Teck...Teck....Teck
Um homem, com roupas de serviços em manutenção, entrou na sala, passou por nós, sem sequer nos olhar, ajoelhou-se diante do ventilador e ficou a mexer até que se levantou e tal como entrou, saiu da sala. O ventilador parou de emitir aquele som sem sentido para nós e até ficara mais veloz e ventoso.
Alguns minutos depois, o Doutor retornou a sala e se colocou diante de mim do outro lado da mesa, disposto a ouvir-me. Nossa conversa ia bem, mas não durou muito. De repente o Doutor parou, como a farejar algo no ar. Colocou o seu indicador diante dos lábios impondo-me o silêncio e virou se em direção ao canto onde estava o ventilador.
Ficou por instantes a olhar aquela peça de museu e no minuto seguinte explodiu.
O que se seguiu a essa explosão foi um corre-corre de pessoas, entrando e saindo da sala, procurando: primeiro acalmar o Doutor e na seqüência encontrar o funcionário que havia mexido no ventilador e dele retirado o “Teck”.
O funcionário (coitado!) foi encontrado e colocado diante do seu algoz. Após passar pela ira do homem de branco que o colocou num nível de idiotia absoluta, voltou a se ajoelhar diante do ventilador e dali só se levantou quando finalmente conseguiu colocar nele de volta, o Teck.
O êxtase do Doutor diante do seu ventilador tal como era antes durou uns 15 minutos, findo os quais ele lembrou-se de mim e retomou a consulta.
Ah! Você deve encontrar-se curioso quanto ao diagnóstico desse médico, dado ao meu dilema.
De fato! Ele o resolveu, indo ao fundo do problema...mas isto é assunto para um novo capítulo da minha própria novela.
Aguarde!
Na verdade, vivíamos! Pois Helena também estava apaixonada por mim.
Éramos, na opinião de moradores do bairro da Cruz Vermelha, centro do Rio de Janeiro, o casal mais representativo do amor que deveria existir entre um homem e uma mulher.
Mas havia uma situação que nos incomodava e começava a nos trazer complicações.
Nesta época, eu ainda não completara 17 anos e Helena estava com 21 anos já feitos.
Nosso romance acontecia há dois anos e a hora da verdade para cada um de nós aproximava-se de forma a revelar os caminhos dos nossos destinos.
Eu, a quem cabia as mais importantes decisões, estava numa ferrenha briga com o mundo material, pela vitória do meu sentimento. Mas estava dando tudo errado e a cada dia a minha batalha se transformava num doloroso angustiante fracasso.
Eu queria dar o Sol e a Lua para Helena, porém não conseguia dar um passo rumo à satisfação das necessidades daquela que eu queria que fosse a minha mulher, para sempre!
A primeira vítima da minha temporal depressão, foi a minha mãe, que, com muito jeito, e apoio da Helena, conseguiu me convencer a procurar ajuda com um especialista médico.
Minha mãe marcou uma consulta com um Psicanalista (Analista na época ainda não era uma expressão em moda) do setor de Psiquiatria do então INPS (Instituto Nacional de Previdência Social).
Eu cheguei ao posto do Instituto acompanhado de Helena. Em atenção à minha mãe, a quem conhecia, o Doutor permitiu que Helena participasse da sessão. Para minha mãe, Helena era a garantia de que eu não entraria em parafuso durante a consulta.
Entrei na sala e aquele homem de jaleco branco, calça jeans e alpargata, indicou-nos as cadeiras postadas à frente da sua mesa. Pediu que o aguardássemos por um instante e saiu da sala, com passos tão rápidos que seus longos cabelos, já embranquecidos pelo tempo, esvoaçaram.
Eu e Helena, nos dedicamos então a correr os olhos pela sala onde uma mesa com livros e papeis espalhados desordenadamente se impunha sobre os demais móveis. Uma velha prateleira, onde o sebo nos vidros dificultava muito ver o que havia lá dentro, parecia querer desabar a qualquer momento, tamanha a sua inclinação. Na parede, uma estante de jornais velhos, empilhados, tendo em cima um telefone cuja função era a de servir de peso para que a pilha não se deslocasse para um dos lados e viesse ao chão. O fio desse telefone, estendido em paralelo à parede, parecia uma serpentina, e não tinha função nenhuma. A tomada ficava do outro lado da sala e nela estava ligado um preguiçoso ventilador.
O empoeirado ventilador, sempre que completava o seu curso, emitia um barulho como o de uma régua chocando-se contra uma lousa.
Teck....Teck...Teck....Teck
Um homem, com roupas de serviços em manutenção, entrou na sala, passou por nós, sem sequer nos olhar, ajoelhou-se diante do ventilador e ficou a mexer até que se levantou e tal como entrou, saiu da sala. O ventilador parou de emitir aquele som sem sentido para nós e até ficara mais veloz e ventoso.
Alguns minutos depois, o Doutor retornou a sala e se colocou diante de mim do outro lado da mesa, disposto a ouvir-me. Nossa conversa ia bem, mas não durou muito. De repente o Doutor parou, como a farejar algo no ar. Colocou o seu indicador diante dos lábios impondo-me o silêncio e virou se em direção ao canto onde estava o ventilador.
Ficou por instantes a olhar aquela peça de museu e no minuto seguinte explodiu.
O que se seguiu a essa explosão foi um corre-corre de pessoas, entrando e saindo da sala, procurando: primeiro acalmar o Doutor e na seqüência encontrar o funcionário que havia mexido no ventilador e dele retirado o “Teck”.
O funcionário (coitado!) foi encontrado e colocado diante do seu algoz. Após passar pela ira do homem de branco que o colocou num nível de idiotia absoluta, voltou a se ajoelhar diante do ventilador e dali só se levantou quando finalmente conseguiu colocar nele de volta, o Teck.
O êxtase do Doutor diante do seu ventilador tal como era antes durou uns 15 minutos, findo os quais ele lembrou-se de mim e retomou a consulta.
Ah! Você deve encontrar-se curioso quanto ao diagnóstico desse médico, dado ao meu dilema.
De fato! Ele o resolveu, indo ao fundo do problema...mas isto é assunto para um novo capítulo da minha própria novela.
Aguarde!
domingo, janeiro 25, 2009
OBRIGADO INTERNAUTA AMERICANO
Partiu dos Estados Unidos, o primeiro registro de um acesso internacional ao "PORTAL POÉTICO CCF". Espero que os meus textos tenham agradado ao internauta que o acessou.
Obrigado a esse histórico visitante e espero que ele continue a me acessar e a me divulgar nos E.U.A e outros paises do planeta terra.
Terça-Feira(27/03/2009) este Blog estará completando 3 anos de postagens. Mais de cem titulos já publicados. Estrear no cenário internacional é um presente!
Atenciosamente,
Celso Corrêa de Freitas
C C F
Obrigado a esse histórico visitante e espero que ele continue a me acessar e a me divulgar nos E.U.A e outros paises do planeta terra.
Terça-Feira(27/03/2009) este Blog estará completando 3 anos de postagens. Mais de cem titulos já publicados. Estrear no cenário internacional é um presente!
Atenciosamente,
Celso Corrêa de Freitas
C C F
segunda-feira, janeiro 19, 2009
PAZ DE CONTA
Introdução: Não sou Judeu, sou Brasileiro, Cristão Católico e em tudo que ouço e vejo, mantenho a minha posição de que ninguém me faz eu mesmo me construo.
Imagina que você e sua família, composta de 7 pessoas, recebessem num determinado tempo, 14,5 KM²
Do qual mais de 80% ou 12 KM² seriam constituídos de terreno árido e inóspito. Imagina você tendo apenas 2,5 KM² de terra para produzir.
Imagina, que um seu vizinho, que até então vivia em PAZ com você, também recebesse algo parecido com o que você recebeu.
Esse vizinho com seus 13 familiares recebeu 11 KM² de terras próprias para serem habitadas e para produção.
Bom...a partir dai, você a quem coube quase nada produtivo, transformou aquele presente de grego numa “fazenda” operacionalmente eficaz em todos os aspectos, gerando benefícios para os seus e muitos, inclusive “muitos” distantes.
Enquanto isso, aquele seu vizinho, sectário de uma seita antagônica a sua crença, ao invés de cuidar do que lhe pertencia, deixa que suas terras tornem-se o retrato da miséria, pobreza e subdesenvolvimento econômico, apesar de toda a ajuda que nunca lhe foi negada pelos seus pares. De uma hora para outra esse vizinho resolve lançar os olhos sobre o que é seu.
Mais do que isso, decide que ali você não pode ficar e que vai jogá-lo...digamos assim “ao mar”.
Imagina...
O que você faria?
O que eu Faria?
Para mim, é difícil suportar o vômito daqueles que só encontram razão no absurdo. Talvez isso se explique pelo estranho comportamento de suportarmos a mentira como artifício e não a verdade como realidade dos fatos.
Eu fico com a história.
Esse “um” pode tudo e os infiéis que se lasquem, revela uma hipocrisia, essa sim desproporcional, que isso sim, não mantém a PAZ em qualquer lugar do mundo.
É lamentável a distorção intencional da história, que se faz com fatos e documentos, segundo Gothe.
Já passou da hora de se dizer e mostrar para os inocentes úteis o que está além daquilo que só a paixão determina.
Está na hora, de você, em qualquer lugar desse mundo, tal como eu aqui em Praia Grande-SP, assumir a sua porção Judia e dizer sem medo para quem quiser ouvir:
“Deixem Israel em Paz, e vivam também em Paz.”
Se você não fizer assim, então a paz que você prega é uma “paz de conta”.
E quem paga o preço dessa conta? Todos aqueles que precisam viver em paz, para construir o futuro da humanidade.
Tanto o meu filho na ilusória segurança da minha casa, quanto uma criança em gaza.
FIM
Imagina que você e sua família, composta de 7 pessoas, recebessem num determinado tempo, 14,5 KM²
Do qual mais de 80% ou 12 KM² seriam constituídos de terreno árido e inóspito. Imagina você tendo apenas 2,5 KM² de terra para produzir.
Imagina, que um seu vizinho, que até então vivia em PAZ com você, também recebesse algo parecido com o que você recebeu.
Esse vizinho com seus 13 familiares recebeu 11 KM² de terras próprias para serem habitadas e para produção.
Bom...a partir dai, você a quem coube quase nada produtivo, transformou aquele presente de grego numa “fazenda” operacionalmente eficaz em todos os aspectos, gerando benefícios para os seus e muitos, inclusive “muitos” distantes.
Enquanto isso, aquele seu vizinho, sectário de uma seita antagônica a sua crença, ao invés de cuidar do que lhe pertencia, deixa que suas terras tornem-se o retrato da miséria, pobreza e subdesenvolvimento econômico, apesar de toda a ajuda que nunca lhe foi negada pelos seus pares. De uma hora para outra esse vizinho resolve lançar os olhos sobre o que é seu.
Mais do que isso, decide que ali você não pode ficar e que vai jogá-lo...digamos assim “ao mar”.
Imagina...
O que você faria?
O que eu Faria?
Para mim, é difícil suportar o vômito daqueles que só encontram razão no absurdo. Talvez isso se explique pelo estranho comportamento de suportarmos a mentira como artifício e não a verdade como realidade dos fatos.
Eu fico com a história.
Esse “um” pode tudo e os infiéis que se lasquem, revela uma hipocrisia, essa sim desproporcional, que isso sim, não mantém a PAZ em qualquer lugar do mundo.
É lamentável a distorção intencional da história, que se faz com fatos e documentos, segundo Gothe.
Já passou da hora de se dizer e mostrar para os inocentes úteis o que está além daquilo que só a paixão determina.
Está na hora, de você, em qualquer lugar desse mundo, tal como eu aqui em Praia Grande-SP, assumir a sua porção Judia e dizer sem medo para quem quiser ouvir:
“Deixem Israel em Paz, e vivam também em Paz.”
Se você não fizer assim, então a paz que você prega é uma “paz de conta”.
E quem paga o preço dessa conta? Todos aqueles que precisam viver em paz, para construir o futuro da humanidade.
Tanto o meu filho na ilusória segurança da minha casa, quanto uma criança em gaza.
FIM
sexta-feira, janeiro 16, 2009
HOMENS DE CERA
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TIREI DE TI por Celso Corrêa de Freitas Era um lugar perdido entre o começo do nada e o fim do mundo. Cravada ao pé de uma serra grande...
