CASA DO POETA BRASILEIRO DE PRAIA GRANDE-SP e ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDE DE LETRAS, unidas por FAGULHAS POÉTICAS.
O Poeta Celso Corrêa de Freitas(CCF) da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP, faz a apresentação da Obra e nela apresenta seus "POETRIX" ao lado de renomados nomes da literatura brasileira e novos autores.
Para ter FAGULHAS POÉTICAS, ligue para 3491-4788 (Eduardo - Editora Literata) e peça o seu exemplar.
Portal Poético CCF
O PORTAL POÉTICO CCF é o meu "Recanto das Letras", o "My Space" Literario, o meu "Facebook" autoral. Aqui um "Overmundo" de textos "Para ler e Pensar", está a sua disposição. (M)ande-me (S)ua (N)ota, seu comentário. Sua Opinião sempre foi importante para mim. QUANDO ELA NÃO INFLOU O MEU EGO, CORRIGIU O MEU RUMO. Estou no aguardo da sua opinião em 2017, ok? Um abraço! O Poeta, as artistas, e a história. CCF
ROLETA DO SABER
ROLETA DO SABER
terça-feira, março 06, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
BICHO VAGABUNDO
Eu levo a vida que quero
Do jeito que espero
Aonde quer que eu esteja
De cabresto eu não preciso
No mundo sou livre
E olho por onde piso.
Meu tempo
De andar na linha
Teve numa paixão
Começo e fim
Hoje o meu coração
É bicho vagabundo
E se sente bem assim.
A vida é Rio corrente
Não pode virar Represa
Quem ama a liberdade
Não faz de ninguém sua presa.
Do jeito que espero
Aonde quer que eu esteja
De cabresto eu não preciso
No mundo sou livre
E olho por onde piso.
Meu tempo
De andar na linha
Teve numa paixão
Começo e fim
Hoje o meu coração
É bicho vagabundo
E se sente bem assim.
A vida é Rio corrente
Não pode virar Represa
Quem ama a liberdade
Não faz de ninguém sua presa.
terça-feira, dezembro 27, 2011
CANÇÃO DO TEMPO PERDIDO
Mãe hoje senti vontade
De cantar aquelas antigas canções
Que tenho na minha memória
E que marcaram fundo nossa relação
Eu continuo na estrada
Mas sinto sua falta e vou cantando assim
Na espera que um dia de novo eu possa ter
A sua estrela sobre mim
Existe um erro de entendimento
Eu muito jovem querendo sair
Atrás de um sonho de independência
Ter minha Família
E nela investir
Eu tinha planos para ser feliz
E minha vida estava em outro lugar
Mas minha mãe não entendeu assim
E me fechou as portas
Quando eu parti
De verdade o que eu queria
Era estarmos juntos sem separação
Mas entre nós o mau que havia agia contra nossa união
Nosso tempo foi perdido
A distância surgiu
E a saudade por fim
Foi tudo que restou
De um sonho que em mim ainda não se acabou
De cantar aquelas antigas canções
Que tenho na minha memória
E que marcaram fundo nossa relação
Eu continuo na estrada
Mas sinto sua falta e vou cantando assim
Na espera que um dia de novo eu possa ter
A sua estrela sobre mim
Existe um erro de entendimento
Eu muito jovem querendo sair
Atrás de um sonho de independência
Ter minha Família
E nela investir
Eu tinha planos para ser feliz
E minha vida estava em outro lugar
Mas minha mãe não entendeu assim
E me fechou as portas
Quando eu parti
De verdade o que eu queria
Era estarmos juntos sem separação
Mas entre nós o mau que havia agia contra nossa união
Nosso tempo foi perdido
A distância surgiu
E a saudade por fim
Foi tudo que restou
De um sonho que em mim ainda não se acabou
quinta-feira, março 31, 2011
2 POETRIX - TAUTOGRAMA CCF
TRANSMISSÃO
Paises miseráveis, Pobres e Ricos
A tecnologia mostrando ao "vivo"
A Democracia dos terremortos.
VAI VAI(Acontecer)
Estou bem perto do mar, Boqueirão
Muito distante do Japão, Sendai
Novas ondas estão quebrando, aqui!
Contatos carnais causais
Contemplam criações cretinas
Curumins cínicos canibais
Crânios cegos contaminados
Crianças contenham-se comportem-se
Cabeças constroem caminhos
Cérebro cintila centelha
Confúcio confirmaria CCF
Caminhando certo chega-se
Compartilhando confiança conquista-se
Confronto cava cova
Crime comporta cadeia
Filhos ficantes felizes
Fabricam feto fácil
Forjando fama fútil
Felicidade fugaz freqüente
Família figura fóssil
Filme ferino, Fim!
Paises miseráveis, Pobres e Ricos
A tecnologia mostrando ao "vivo"
A Democracia dos terremortos.
VAI VAI(Acontecer)
Estou bem perto do mar, Boqueirão
Muito distante do Japão, Sendai
Novas ondas estão quebrando, aqui!
Contatos carnais causais
Contemplam criações cretinas
Curumins cínicos canibais
Crânios cegos contaminados
Crianças contenham-se comportem-se
Cabeças constroem caminhos
Cérebro cintila centelha
Confúcio confirmaria CCF
Caminhando certo chega-se
Compartilhando confiança conquista-se
Confronto cava cova
Crime comporta cadeia
Filhos ficantes felizes
Fabricam feto fácil
Forjando fama fútil
Felicidade fugaz freqüente
Família figura fóssil
Filme ferino, Fim!
segunda-feira, março 28, 2011
domingo, março 20, 2011
CCF e CASA DO POETA NA RÁDIO BANDEIRANTES
NESTE MES DE MARÇO MUITAS COISAS BOAS NOS ACONTECERAM E UMA DELAS FOI ESSA ENTREVISTA COM A RADIO BANDEIRANTES, QUE FOI AO AR NO ÚLTIMO DIA 11 DE MARÇO.
A REPORTER Kamila Malynowskyj ENTREVISTOU-ME E EU TIVE A OPORTUNIDADE DE FALAR UM POUCO DO HISTÓRICO DA CASA E DAS ATUAIS ATIVIDADES E FUTUROS PROJETOS.
CONFIRAM A MATERIA QUE FOI AO AR NO LINK ABAIXO
A REPORTER Kamila Malynowskyj ENTREVISTOU-ME E EU TIVE A OPORTUNIDADE DE FALAR UM POUCO DO HISTÓRICO DA CASA E DAS ATUAIS ATIVIDADES E FUTUROS PROJETOS.
CONFIRAM A MATERIA QUE FOI AO AR NO LINK ABAIXO
sábado, março 12, 2011
ESPECTRA
Eu...e meus amigos escritores, vamos assustar vocês!
Vocês não perdem por esperar. Lançamento em Maio/2011.
Aguardem o convite!
CCF
Vocês não perdem por esperar. Lançamento em Maio/2011.
Aguardem o convite!
CCF
LUA AZUL
O céu na sua forma devassa domina o mar.
Que se eleva, se contorce no cio das ondas.
Alvas ninfas, os perfumes do amor exalam.
Nuvens formosas dançam nuas sem querer parar.
No horizonte sem fim, os negrumes deitam.
Luzes riscam a sonoridade do trovão,
Em terra torres humanas piscam alertas.
Brancos, Negros, Amarelos, Rubros, correm.
As palmeiras ungidas, suas palmas levantam.
O vento se enrosca nos grãos da branca areia,
com ela baila, tomam formas que encantam.
Quando a Lua Azul retoma no céu o seu lugar,
Embriago-me com gosto, por ter um oceano
De estrelas em brasas vivas para contar.
Que se eleva, se contorce no cio das ondas.
Alvas ninfas, os perfumes do amor exalam.
Nuvens formosas dançam nuas sem querer parar.
No horizonte sem fim, os negrumes deitam.
Luzes riscam a sonoridade do trovão,
Em terra torres humanas piscam alertas.
Brancos, Negros, Amarelos, Rubros, correm.
As palmeiras ungidas, suas palmas levantam.
O vento se enrosca nos grãos da branca areia,
com ela baila, tomam formas que encantam.
Quando a Lua Azul retoma no céu o seu lugar,
Embriago-me com gosto, por ter um oceano
De estrelas em brasas vivas para contar.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
A DESPEDIDA
Caio tinha tomado uma decisão na sua vida, partir!
Deixar Isabel e embarcar numa aventura que sempre quisera ter, ir para os Estados Unidos e lá estabelecer-se.
Optara pela ida de navio, pois assim teria no curso da viagem, muito mais tempo para esquecer Isabel, com quem estava vivendo nos últimos três anos, um relacionamento de muitos planos e algumas incomodas incertezas. Todas da sua parte a bem da verdade.
No dia da viagem, a discussão com Isabel começou com os primeiros raios de sol e se prolongou até o momento da despedida ao final da tarde.
Isabel tentou dissuadi- lo, com palavras bonitas, carinhos excitantes, mesa farta, lágrimas, desespero e até certa dose de violência contra o peito daquele que era o seu único e grande amor.
Mas Caio, não alterou seus planos, estava decidido a correr atrás do seu sonho. Desvencilhou-se de Isabel e seu pranto sentido, e se foi.
Em seu apartamento no Gonzaga, ela procurava resistir à dor da perda, estava muito difícil e seu coração parecia querer explodir.
De repente, ela levanta-se e sai, seguindo ordens do seu coração, vai para a Ponta da Praia, de onde da murada, daria a Caio, pela ultima vez, algo de si... O seu definitivo adeus, assim que o navio no qual ele estava embarcado, por ali passasse.
Caio e Isabel, até aquele momento, era uma poesia interminada(*).
A DESPEDIDA
O barco solta suas amarras lá no porto.
A tristeza finca seus pés na Ponta da Praia,
Por ela passa, um navio após outro.
Na proa sob o clarão da lua,
Ele a vê, na murada, inteiramente nua!
Um alerta paralisa a nau, HOMEM AO MAR!
Moral da história: Quem busca um sonho que não contempla a existência do amor nele, quando encontra o sucesso pessoal, fracassa na felicidade existencial (CCF 18.02.2011).
Caio, preferiu não correr esse risco!
FIM
Texto: Celso Corrêa de Freitas
Arte fotográfica: Gilberto Grecco
FOTO EXTRA:
(*)Nota do Autor: O uso da palavra INTERMINADA, é intencional.
Na literatura a expressão, "terminar um texto" é muito comum. A palavra INTERMINADAdá a ideia de algo que não TEVE TERMO, NÃO ACABOU.
Deixar Isabel e embarcar numa aventura que sempre quisera ter, ir para os Estados Unidos e lá estabelecer-se.
Optara pela ida de navio, pois assim teria no curso da viagem, muito mais tempo para esquecer Isabel, com quem estava vivendo nos últimos três anos, um relacionamento de muitos planos e algumas incomodas incertezas. Todas da sua parte a bem da verdade.
No dia da viagem, a discussão com Isabel começou com os primeiros raios de sol e se prolongou até o momento da despedida ao final da tarde.
Isabel tentou dissuadi- lo, com palavras bonitas, carinhos excitantes, mesa farta, lágrimas, desespero e até certa dose de violência contra o peito daquele que era o seu único e grande amor.
Mas Caio, não alterou seus planos, estava decidido a correr atrás do seu sonho. Desvencilhou-se de Isabel e seu pranto sentido, e se foi.
Em seu apartamento no Gonzaga, ela procurava resistir à dor da perda, estava muito difícil e seu coração parecia querer explodir.
De repente, ela levanta-se e sai, seguindo ordens do seu coração, vai para a Ponta da Praia, de onde da murada, daria a Caio, pela ultima vez, algo de si... O seu definitivo adeus, assim que o navio no qual ele estava embarcado, por ali passasse.
Caio e Isabel, até aquele momento, era uma poesia interminada(*).
A DESPEDIDA
O barco solta suas amarras lá no porto.
A tristeza finca seus pés na Ponta da Praia,
Por ela passa, um navio após outro.
Na proa sob o clarão da lua,
Ele a vê, na murada, inteiramente nua!
Um alerta paralisa a nau, HOMEM AO MAR!
Moral da história: Quem busca um sonho que não contempla a existência do amor nele, quando encontra o sucesso pessoal, fracassa na felicidade existencial (CCF 18.02.2011).
Caio, preferiu não correr esse risco!
FIM
Texto: Celso Corrêa de Freitas
Arte fotográfica: Gilberto Grecco
FOTO EXTRA:
(*)Nota do Autor: O uso da palavra INTERMINADA, é intencional.
Na literatura a expressão, "terminar um texto" é muito comum. A palavra INTERMINADAdá a ideia de algo que não TEVE TERMO, NÃO ACABOU.
sexta-feira, dezembro 17, 2010
CHÃO DE EXTREMOS
I
Você tem o rosto da floresta.
E quando nele uma lágrima rola,
tomba uma castanheira na mata.
Deixando nua a selva.
Tamanha nudez causa-me revolta,
e o meu espírito angustiado,
chora por suas árvores mortas.
Dói quando aflora em mim a vontade,
de sentir nas suas veias,
o pulsar dos lagos e igarapés.
No adocicado dos seus seios,
o cheiro da relva nos campos.
Ver o seu corpo serpentear,
tal qual o leito dos rios amazônicos.
II
Você tem o olhar dos indígenas.
E quando neles outra lágrima aponta,
arde o jacarandá na clareira.
Deixando seu manto verde em cinzas.
E ali não se ouve mais,
o seu colo em festa...
Somente o som das motosserras.
Em ti, Iara que me encanta,
repousa minha esperança,
de ter na próxima lua cheia,
o grito forte dos ribeirinhos!
Forjando a liberdade dos seus versos.
Para que eles, tal como os pássaros,
ganhem dos céus a imensidão.
III
Você tem do Maranhão a cor,
e da Amazônia o sabor.
Ingá, cupuaçu, açaí e tantas outras,
delicias que exalam de você,
perfumes que induzem ao prazer.
Nos meus delírios urbanos...
Construo através da poesia,
o tempo no qual meus passos,
encontra-se com os seus,
Nos remansos, nas cachoeiras e nos lençóis.
Que cobre de energia esse chão.
Onde você pisa, todos os seus dias.
Nesse momento, para você passar...
Eu! Nele estendo o meu coração.
Você tem o rosto da floresta.
E quando nele uma lágrima rola,
tomba uma castanheira na mata.
Deixando nua a selva.
Tamanha nudez causa-me revolta,
e o meu espírito angustiado,
chora por suas árvores mortas.
Dói quando aflora em mim a vontade,
de sentir nas suas veias,
o pulsar dos lagos e igarapés.
No adocicado dos seus seios,
o cheiro da relva nos campos.
Ver o seu corpo serpentear,
tal qual o leito dos rios amazônicos.
II
Você tem o olhar dos indígenas.
E quando neles outra lágrima aponta,
arde o jacarandá na clareira.
Deixando seu manto verde em cinzas.
E ali não se ouve mais,
o seu colo em festa...
Somente o som das motosserras.
Em ti, Iara que me encanta,
repousa minha esperança,
de ter na próxima lua cheia,
o grito forte dos ribeirinhos!
Forjando a liberdade dos seus versos.
Para que eles, tal como os pássaros,
ganhem dos céus a imensidão.
III
Você tem do Maranhão a cor,
e da Amazônia o sabor.
Ingá, cupuaçu, açaí e tantas outras,
delicias que exalam de você,
perfumes que induzem ao prazer.
Nos meus delírios urbanos...
Construo através da poesia,
o tempo no qual meus passos,
encontra-se com os seus,
Nos remansos, nas cachoeiras e nos lençóis.
Que cobre de energia esse chão.
Onde você pisa, todos os seus dias.
Nesse momento, para você passar...
Eu! Nele estendo o meu coração.
sábado, novembro 27, 2010
DORES
Tento escrever algo,
dar sentido ao meu pensamento!
Mas minha mente dói,
meu corpo treme.
De frio...
Minh’alma jaz aflita,
desencantada da vida,
que me impõe sua ausência.
Minha mão insiste.
Meu coração se agita.
Mas não vejo no horizonte,
solução para tal dilema.
Ela não desiste,
retoma a pena.
A caneta no meu devaneio,
Fita-me e diz
- Vamos Poeta, Escreva!
Eu lhe pergunto:
- O que?
Se eu não tenho cabeça para redigir,
algo decente de se ler...
Para você leitor, ler!
dar sentido ao meu pensamento!
Mas minha mente dói,
meu corpo treme.
De frio...
Minh’alma jaz aflita,
desencantada da vida,
que me impõe sua ausência.
Minha mão insiste.
Meu coração se agita.
Mas não vejo no horizonte,
solução para tal dilema.
Ela não desiste,
retoma a pena.
A caneta no meu devaneio,
Fita-me e diz
- Vamos Poeta, Escreva!
Eu lhe pergunto:
- O que?
Se eu não tenho cabeça para redigir,
algo decente de se ler...
Para você leitor, ler!
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TIREI DE TI por Celso Corrêa de Freitas Era um lugar perdido entre o começo do nada e o fim do mundo. Cravada ao pé de uma serra grande...









